segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Outubro: Picolino a todo gás!

Depois da III Mostra Sesc de Artes Pelourinho e do Todo o Mundo Vai ao Circo na semana passada, a Companhia Picolino se prepara para mais dois espetáculos, dessa vez na Concha Acústica do TCA, nos dias 11 e 12.

No primeiro, vamos comemorar os 10 anos do Todo Mundo Vai Ao Circo num espetáculo em parceria com a Coelba e através do Faz Cultura. Especialmente neste dia 11, o público é exclusivo: seremos assistidos por 5 mil crianças da rede pública de ensino.

Mas no dia 12, pode avisar a todos: teremos o Nós vamos invadir sua praia, parte do Festival Quarentinha que comemora os 40 anos do TCA. Os ingressos já estão à venda (8 reais a inteira e 4 a meia). Temos uma atração inédita: será o primeiro número solo da mais jovem estrela da Cia Picolino, Sofia, de 15 anos.

Além da bela Sofia, o espetáculo trará acrobacias, balé em tecido, monociclismo, malabarismo, contorcionismo, equilíbrio em arame, corda indiana, trapézio voador e, claro, muita palhaçada.

2 comentários:

Marcus disse...

Que maravilha. Vai ser uma emoção e tanta para estas cinco mil crianças e para a companhia também. Para qualquer artista, aplausos de cinco mil pessoas deve ser inesquecível. Eu sinto isso nos bis que todos dão na concha. Ali, a maioria volta mais vezes do que num teatro comum. Aquela concha é mais do que um teatro comum. O artista deve ficar enfeitiçado pela multidão, pela visão daquela meia arena lotada, aos gritos, braços levantados. Deve bater lá no inconsciente, imagens que remetem às arenas dos tempos antigos, lá da nascente da relação do artista com o público.

joana disse...

A concha é especial. Fui a um show do Los Hermanos na Concha no auge do sucesso deles, quando a tietagem comia no centro e os barbudos, como sempre, ficavam mal humorados.
Mas quando entraram no palco e viram aquela multidão quieta e doce, ficaram tão encantados que o mal humor se desfez em declarações do tipo: "nunca fizemos um show como esse" e "vocês estão tão lindos!".
É sempre especial. Na sexta, há de ser mais do que nunca.

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